As novas regras do varejo segundo a NRF 2026
Baixe agora →Grande marca do varejo de moda alcança 64,8% de conversão e transforma sua operação
Uma grande marca do varejo de moda atua como uma das maiores referências do varejo de calçados do Paraná, com mais de 30 anos de mercado e uma rede de 30 lojas físicas. A marca opera em um modelo omnichannel, combinando sua presença física consolidada com um canal de e-commerce ativo, e tem a qualidade do atendimento presencial como seu grande diferencial. Seus clientes formam um público com intenção de compra demonstrada e forte relacionamento prévio, que pesquisa online e frequentemente finaliza os pedidos na loja para receber um atendimento personalizado.
O desafio: processos manuais e dependência de fluxo físico como barreiras
Apesar da operação consolidada, a marca enfrentava obstáculos estruturais que limitavam o seu crescimento, com destaque para a forte dependência de fluxo orgânico nas lojas físicas. Sem mecanismos ativos para gerar demandas fora desse fluxo espontâneo, tornou-se arriscado depender apenas da presença presencial, especialmente após o período da pandemia.
A operação lidava com processos lentos e manuais; as campanhas de vendas precisavam ser geradas uma a uma e segregadas por loja, o que custava tempo e muito esforço. Com isso, o time ficava dependente de ações esporádicas criadas apenas a cada dois ou três meses, impedindo a criação de uma rotina. Essa falta de automação resultava no desperdício de intenções de compra: os clientes que navegavam no site e abandonavam os carrinhos não eram identificados, e o time de vendas operava de forma puramente reativa.
A solução: inteligência de dados e automação do Wake U
Para resolver esses desafios e integrar o físico e digital de forma fluida, a Grande marca do varejo de moda adotou o Wake U (Agenda do Vendedor). O foco central foi transformar dados comportamentais capturados no e-commerce em ações de venda assistida diretamente no chão da loja.
A estratégia consistiu em capturar os gatilhos de comportamento do site — como navegação e abandono de carrinho, e entregar esses dados na palma da mão de cada vendedor. A equipe passou a receber o produto exato de interesse, a numeração, o histórico e o estágio da jornada de compra de cada cliente, além de poder consultar agilmente a grade de produtos disponível. O fluxo foi inteiramente automatizado e inseriu os usuários instantaneamente em réguas de relacionamento.
Resultados: performance de ponta e engajamento
O impacto da adoção dessa ferramenta de inteligência trouxe resultados expressivos logo no ciclo piloto, conduzido inicialmente em 3 lojas. A marca registrou uma taxa de conversão impressionante de 64,8% nos leads atendidos pelos vendedores. Esse desempenho chegou a ser 20x superior à média de conversão do e-commerce tradicional, ou seja, quase 7 de cada 10 contatos geraram receita.
Outro número de grande impacto foi a precisão de 98,5% no histórico dos leads entregues à equipe. O vendedor deixou a “abordagem fria” de lado e passou a atuar com alta assertividade. A estratégia eliminou o gargalo do trabalho manual nas criações de campanhas, tornando a venda assistida uma rotina diária, e motivou a expansão do modelo para as 30 unidades da rede.
Visão de futuro
Para esse grande varejista, os resultados mostram que o maior ativo do varejo físico — o vendedor — atinge uma performance exponencial quando equipado com inteligência de dados em tempo real.
Com a Wake, a marca provou que aliar o comportamento do ambiente digital ao atendimento humano de excelência não só acaba com processos que antes eram lentos e “robóticos”, mas também gera taxas inéditas para o setor.
A adoção do modelo transformou o CRM: ele deixou de ser uma simples ferramenta de marketing para se consolidar como uma verdadeira alavanca direta de receita.
Saiba mais sobre o CRM Marketing da Wake.