Grande marca do varejo de moda alcança 64,8% de conversão e transforma sua operação

Experience
conversão

Uma grande marca do varejo de moda atua como uma das maiores referências do varejo de calçados do Paraná, com mais de 30 anos de mercado e uma rede de 30 lojas físicas. A marca opera em um modelo omnichannel, combinando sua presença física consolidada com um canal de e-commerce ativo, e tem a qualidade do atendimento presencial como seu grande diferencial. Seus clientes formam um público com intenção de compra demonstrada e forte relacionamento prévio, que pesquisa online e frequentemente finaliza os pedidos na loja para receber um atendimento personalizado.

O desafio: processos manuais e dependência de fluxo físico como barreiras

Apesar da operação consolidada, a marca enfrentava obstáculos estruturais que limitavam o seu crescimento, com destaque para a forte dependência de fluxo orgânico nas lojas físicas. Sem mecanismos ativos para gerar demandas fora desse fluxo espontâneo, tornou-se arriscado depender apenas da presença presencial, especialmente após o período da pandemia.

A operação lidava com processos lentos e manuais; as campanhas de vendas precisavam ser geradas uma a uma e segregadas por loja, o que custava tempo e muito esforço. Com isso, o time ficava dependente de ações esporádicas criadas apenas a cada dois ou três meses, impedindo a criação de uma rotina. Essa falta de automação resultava no desperdício de intenções de compra: os clientes que navegavam no site e abandonavam os carrinhos não eram identificados, e o time de vendas operava de forma puramente reativa.

A solução: inteligência de dados e automação do Wake U

Para resolver esses desafios e integrar o físico e digital de forma fluida, a Grande marca do varejo de moda adotou o Wake U (Agenda do Vendedor). O foco central foi transformar dados comportamentais capturados no e-commerce em ações de venda assistida diretamente no chão da loja.

A estratégia consistiu em capturar os gatilhos de comportamento do site — como navegação e abandono de carrinho, e entregar esses dados na palma da mão de cada vendedor. A equipe passou a receber o produto exato de interesse, a numeração, o histórico e o estágio da jornada de compra de cada cliente, além de poder consultar agilmente a grade de produtos disponível. O fluxo foi inteiramente automatizado e inseriu os usuários instantaneamente em réguas de relacionamento.

Resultados: performance de ponta e engajamento

O impacto da adoção dessa ferramenta de inteligência trouxe resultados expressivos logo no ciclo piloto, conduzido inicialmente em 3 lojas. A marca registrou uma taxa de conversão impressionante de 64,8% nos leads atendidos pelos vendedores. Esse desempenho chegou a ser 20x superior à média de conversão do e-commerce tradicional, ou seja, quase 7 de cada 10 contatos geraram receita.

Outro número de grande impacto foi a precisão de 98,5% no histórico dos leads entregues à equipe. O vendedor deixou a “abordagem fria” de lado e passou a atuar com alta assertividade. A estratégia eliminou o gargalo do trabalho manual nas criações de campanhas, tornando a venda assistida uma rotina diária, e motivou a expansão do modelo para as 30 unidades da rede.

Visão de futuro

Para esse grande varejista, os resultados mostram que o maior ativo do varejo físico — o vendedor — atinge uma performance exponencial quando equipado com inteligência de dados em tempo real.

Com a Wake, a marca provou que aliar o comportamento do ambiente digital ao atendimento humano de excelência não só acaba com processos que antes eram lentos e “robóticos”, mas também gera taxas inéditas para o setor. 

A adoção do modelo transformou o CRM: ele deixou de ser uma simples ferramenta de marketing para se consolidar como uma verdadeira alavanca direta de receita.

Saiba mais sobre o CRM Marketing da Wake.