6 Insights do Fórum ECBR para seu E-commerce
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Fórum ECBR 2025: Social commerce e a força da influência nas vendas
No terceiro painel da sala de conteúdo da Wake no Fórum ECBR, o destaque foi para o papel...
Continue lendoO consumidor entra na loja, encontra o produto que quer e descobre que o tamanho ou a cor certa não está em estoque. Ele vai embora. A venda se perde. Esse é um dos problemas mais antigos e mais caros do varejo físico, e ainda não foi resolvido pela maioria das redes de médio e grande porte.
O conceito de phygital existe exatamente para fechar esse buraco. Não como filosofia de marca, mas como operação concreta: o cliente que não encontra o produto na gôndola usa o celular, escaneia um QR Code na etiqueta de preço e finaliza a compra no e-commerce antes de sair da loja.
A venda é salva. O vendedor mantém a comissão. O estoque da rede resolve o que o PDV não tinha.
Neste artigo, você vai entender o que é phygital, como o marketing phygital se traduz em estratégias práticas, quais tecnologias estão acelerando essa integração e, principalmente, como estruturar a estratégia de prateleira infinita via QR Code na sua rede de lojas.
Phygital é a fusão entre os ambientes físico (physical) e digital. O termo descreve estratégias que eliminam a separação entre o ponto de venda físico e os canais digitais, criando uma experiência de compra contínua independentemente de onde o consumidor está ou por qual canal ele interage com a marca.
Na prática operacional, phygital significa que o estoque do e-commerce pode ser vendido na loja, que o caixa da loja reconhece o histórico de compras online do cliente, e que o vendedor consegue acessar todo o catálogo da rede mesmo sem ter o produto fisicamente na gôndola.
Não se trata de digitalizar a loja. Trata-se de fazer os dois ambientes operarem como um único canal.
Marketing phygital é o conjunto de estratégias que usa a integração entre físico e digital para criar pontos de contato mais relevantes e converter mais em cada um deles.
Vai além de colocar um tablet no PDV ou ter wi-fi na loja.
Na leitura mais operacional do termo, marketing phygital inclui:
O que diferencia o marketing phygital de uma estratégia omnichannel genérica é a intencionalidade. Os canais coexistem e se alimentam mutuamente para aumentar conversão e reduzir ruptura.
Leia também: Como GEO, IA e checkout impulsionam as vendas no e-commerce
A integração phygital elimina os silos que geram perda de venda. Quando o estoque do e-commerce está visível para o vendedor da loja física, pedidos gerados no PDV podem ser despachados do CD ou de outra loja com disponibilidade. Dados sincronizados em tempo real também resolvem o problema do estoque fantasma.
Segundo dados sobre comportamento do consumidor no varejo, cerca de 6 em cada 10 consumidores enxergam o PDV como espaço de experimentação e relacionamento, enquanto finalizam as compras no e-commerce.
A loja física não precisa fechar a venda no caixa para ser relevante. Ela precisa iniciar a venda e entregar ao digital o cliente pronto para comprar.
Preço igual no online e no offline. Promoção que vale nos dois ambientes. Devolução na loja para produto comprado no site.
Cada ponto de fricção eliminado entre os canais é um motivo a menos para o cliente escolher um concorrente.
Uma estratégia phygital funcional exige mais do que intenção. Ela exige infraestrutura. Os passos fundamentais são:
O QR Code voltou ao varejo com função estratégica: na prateleira, funciona como ponte direta para o produto no e-commerce com o carrinho pré-alimentado.
O QR Code dinâmico vai além, permitindo atualizar destino, promoção e disponibilidade no backend sem trocar a etiqueta física.
Vendedores especialistas transmitem ao vivo, mostram produtos e geram pedidos para o e-commerce e para retirada no PDV.
A integração com o estoque precisa ser nativa: o link do produto exibido no live precisa resolver disponibilidade em tempo real.
Assistentes e chatbots operam no app da marca e nos canais de atendimento físico.
Um cliente que chega à loja com dúvida sobre um produto pesquisado online pode encontrar o vendedor já informado sobre seu histórico de navegação, reduzindo o tempo de atendimento.
Realidade aumentada já está operacional em móveis, decoração, moda e beleza.
O cliente visualiza o sofá em escala real no próprio ambiente ou experimenta virtualmente uma cor de batom. Resultado direto: menos devoluções e mais segurança na decisão de compra.
Notificações de promoção enviadas ao pulso quando o cliente está próximo de uma loja ou confirmação de pedido direto no relógio são casos de uso reais que encurtam o ciclo de engajamento.
Pix, carteiras digitais e pagamento por aproximação eliminaram a necessidade de caixa físico para fechar a venda phygital.
Para a estratégia de prateleira infinita, isso é decisivo: o cliente que escaneou o QR Code na gôndola paga pelo celular sem sair do corredor.
A prateleira infinita permite que um PDV venda produtos que não estão fisicamente naquela loja, usando o estoque de outras unidades da rede ou do e-commerce. O fluxo:
O passo 6 é o mais crítico para a adesão da equipe de vendas. Sem política de comissão clara para pedidos de prateleira infinita, a estratégia não sai do papel.
O Wake OMS é a camada de orquestração que viabiliza esse processo: centraliza a visão de estoque em tempo real, define qual ponto de origem atende cada pedido com base em disponibilidade e proximidade, e garante que o vendedor do PDV receba o crédito pela venda.
Defina para onde o QR Code aponta. O destino precisa ser a página do produto com o carrinho pré-alimentado, não a home do site.
Use QR Codes dinâmicos. Permitem alterar o destino sem reimprimir a etiqueta. Quando o produto entra em promoção ou muda de URL, você atualiza no backend.
Garanta performance no mobile. O cliente escaneia no celular. Página lenta ou checkout truncado derrubam a conversão. Aqui a performance do e-commerce headless tem impacto direto na receita gerada pelo PDV.
Treine a equipe de loja. O QR Code precisa entrar no script de atendimento. O vendedor precisa saber explicar o que acontece depois do escaneamento.
Meça por loja. QR Codes dinâmicos rastreiam escaneamentos, produtos mais acessados e taxa de conversão por PDV. Esses dados mostram onde a estratégia phygital gera mais impacto e onde há mais ruptura a resolver.
O Phygital não é uma tendência de futuro. Já é o presente do varejo para quem opera lojas físicas e e-commerce ao mesmo tempo.
O QR Code na gôndola é a camada visível de uma operação que precisa estar integrada por baixo: estoque unificado, OMS funcionando em tempo real, vendedor comissionado corretamente e e-commerce com performance para converter no mobile.
Conheça as soluções da Wake para varejo físico e digital e entenda como colocar a prateleira infinita em operação na sua rede.