O poder do Social Commerce: como as redes sociais viraram canais de venda
Social Commerce vai além da vitrine. Entenda como transformar redes sociais em canais de venda com alta conversão...
Continue lendoNo ecossistema do varejo moderno, não basta saber que “os dados são o novo petróleo”, a cibersegurança é a nova moeda de troca nas relações com os consumidores. Se há alguns anos o preço e o prazo de entrega eram os únicos fatores decisivos de compra, garantir a integridade das informações pessoais é essencial já há algum tempo.
Especialmente em períodos de pico de acessos e vendas, como a Black Friday e o Natal, a vulnerabilidade digital se torna um problema que vai muito além das questões operacionais. Ela passa a ser uma ameaça direta à reputação das marcas.
Isso acontece porque esses períodos de alta sazonalidade criam uma espécie de “tempestade perfeita” para os negócios e favorecem a ação de cibercriminosos. O alto volume de transações sobrecarrega os servidores e funciona como uma cortina de fumaça para atividades maliciosas.
Em um ambiente no qual o tráfego aumenta 10 ou 20 vezes em questão de horas, identificar um comportamento atípico de um bot ou de um invasor se torna uma missão impossível para sistemas obsoletos.
Comparando com o mundo físico, é muito mais difícil impedir que uma pessoa entre em um estádio carregando um sinalizador ou uma arma quando muita gente precisa entrar ao mesmo tempo, pois a revista é feita de maneira mais superficial. Faltam pessoas para fazer uma revista rigorosa e garantir a segurança.
Atualmente, a vulnerabilidade dos sistemas de e-commerce se manifesta em três frentes principais:
Se no passado a segurança digital era vista como um “custo de TI”, hoje ela é um ativo que impulsiona o valor de mercado de um e-commerce. Atualmente, produto, preço e até mesmo prazo de entrega são diferenciais competitivos menos relevantes. A integridade e segurança da operação digital, porém, coloca o varejo em um patamar diferente.
Os números comprovam: no Brasil, mais de 48% dos consumidores brasileiros já desistiram de uma compra por falta de confiança no site ou no aplicativo, segundo dados da Serasa Experian. A segurança impacta diretamente a taxa de conversão.
Como é muito mais caro adquirir um novo cliente do que manter um atual, uma única falha de segurança que afaste o consumidor e destrua anos de investimento em fidelização pode gerar grandes prejuízos aos negócios. O ideal é transformar o cumprimento da LGPD em um argumento de venda: “seus dados estão seguros conosco, por isso oferecemos uma experiência melhor e mais personalizada”.
Cada vez mais, o consumidor entende que sua privacidade é valiosa. Quando uma marca investe na segurança das informações, sinaliza respeito ao cliente, o que aumenta sua força na comparação com concorrentes que negligenciam esse pilar.
Para navegar nesse mar de riscos, o varejista precisa de parceiros tecnológicos que coloquem a segurança no centro da operação. É aqui que a Wake se destaca, integrando proteção e performance em todo seu ecossistema de soluções.
A plataforma Wake Commerce é desenhada para suportar picos extremos de tráfego, garantindo que a escalabilidade não comprometa a segurança. Com arquitetura moderna, a plataforma oferece camadas de proteção que evitam fraudes no checkout, protegendo o lojista e o cliente final sem adicionar atrito desnecessário ao processo de compra.
O uso de dados para impulsionar as vendas é a grande característica do CRM Marketing da Wake. Ao centralizar as informações sobre o comportamento do consumidor, a ferramenta permite uma hiperpersonalização das jornadas de compra.
O grande diferencial, porém, está em como esses dados são tratados. A Wake garante que a coleta e o processamento de informações para campanhas de marketing ocorram sob os mais rígidos padrões de privacidade.
Ao utilizar dados primários (first-party data), a Wake auxilia marcas a diminuir a dependência de cookies de terceiros, aumentando a precisão das vendas e, ao mesmo tempo, elevando o nível de segurança e conformidade ética.
A grande tendência do varejo é eliminar a separação entre vendas e segurança. À medida que tecnologias como Inteligência Artificial são usadas para prever comportamentos de consumo, elas também devem ser empregadas para detectar anomalias e tentativas de fraude em tempo real.
Para marcas que buscam liderar o crescimento no mercado digital, a escolha de tecnologias como as soluções da Wake sinaliza ao mercado que o valor do cliente vai muito além do valor do tíquete médio ou do número de transações – ele está na proteção da sua identidade digital.