As novas regras do varejo segundo a NRF 2026
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Continue lendoA digitalização do varejo, acelerada nos últimos anos, está mudando o comportamento dos consumidores — e, como consequência, o papel das lojas e dos vendedores. Se no passado a loja física era um local em que os produtos eram armazenados à espera dos clientes, hoje ela assumiu diversos outros papéis. E as competências exigidas dos vendedores também precisaram mudar.
Hoje, a loja física tem uma série de funções que vão muito além de um “depósito de produtos”. A loja, atualmente, também é:
Com esses múltiplos papéis da loja física, aquele vendedor de antigamente, “empurrador de produtos”, fica para trás. Os colaboradores adequados para a loja física do presente e do futuro são bem diferentes.
Antes de falar do novo papel do vendedor na loja física digitalizada, é importante entender o que muda na jornada de consumo dos clientes. Afinal de contas, o vendedor está na loja para facilitar a venda — e entender a jornada é fundamental para reposicionar o time de vendas.
Em primeiro lugar, a jornada de compras foi, no passado, relativamente linear. O cliente era impactado por uma mensagem promocional ou tinha uma necessidade de consumo, escolhia entre algumas poucas opções de loja disponíveis, ia até lá, selecionava o produto desejado, entrava na fila, pagava e ia embora.
Cada um desses pontos foi transformado pela digitalização dos negócios:
Os meios publicitários para alcançar os clientes eram limitados e não personalizados. Televisão, rádio e meios impressos são canais “de um para muitos” que comunicam uma mesma mensagem de forma impessoal.
Com a internet e as redes sociais, a publicidade não precisa necessariamente ser generalista: ela pode ser altamente personalizada. E com a personalização, o desejo de compra aumenta exponencialmente.
Precisando ou querendo comprar algo, o consumidor tinha à disposição as lojas na vizinhança, algumas um pouco mais longe, o mix de um shopping center e algumas alternativas “não-loja”, como compras por catálogo. Hoje, além de tudo isso, é possível comprar de qualquer lugar do mundo por meio do e-commerce e do social commerce.
Com o smartphone, o consumidor tem à disposição o produto que quiser, na hora em que desejar. Os limites do que e onde comprar praticamente não existem mais.
O deslocamento físico ao ponto de venda também deixou de ser obrigatório. Compras pelo e-commerce, pelo WhatsApp, pelas redes sociais e por aplicativos crescem mais que as vendas tradicionais ano após ano, ocupando um espaço cada vez maior no varejo.
Mais do que isso, os modelos de compras digitais se tornam o novo parâmetro de qualidade — o consumidor se torna cada vez menos disposto a ter uma experiência de compra ruim na loja física.
Em uma loja física não digitalizada, o consumidor tem à disposição o que está na prateleira naquele momento. Hoje, além do mix disponível fisicamente, o próprio varejista pode disponibilizar a prateleira infinita, conectando seu sortimento online ao que o cliente pode comprar na loja. E, claro, é possível comprar online sempre.
A experiência de pagar pelas compras também se transformou. O martírio da fila pode ser substituído por uma diversidade de meios de pagamento, do self checkout e até mesmo lojas sem terminais de pagamento, em que o cliente é rastreado e o sistema automaticamente identifica o que ele está levando embora para casa.
Ao contrário do que muita gente decretou quando a digitalização do varejo se acelerou, as lojas físicas não vão morrer. O que perde relevância são lojas ruins, que não conseguem se digitalizar e acompanhar a nova jornada dos clientes.
Os vendedores têm papéis muito relevantes na nova jornada de consumo — desde que apoiados pela tecnologia. Mas, para isso, eles precisam deixar de “empurrar produtos” e se tornarem agentes de relacionamento, que entendem o que o cliente deseja e estimulam vendas adicionais.
Uma experiência de compra veloz pode fazer o varejo vender mais, mas, quando velocidade não é o único atributo que os clientes buscam, o vendedor continua fazendo muita diferença.
Já está claro que os dados e a inteligência artificial transformam a experiência de consumo dos clientes. Equipado com uma plataforma como a Wake Commerce, que faz a integração entre físico e digital para que o vendedor tenha sempre dados atualizados à sua disposição, o time de vendas pode ser um profissional muito mais completo.
Entre as novas funções que os vendedores passam a ter, estão as seguintes:
Para que tudo isso aconteça, o vendedor precisa se aperfeiçoar. Ele precisa ter tecnologia na ponta dos dedos para fechar vendas, acessar o estoque online para vender o que não está disponível na loja e gerar uma melhor experiência para os clientes.
Quer entender melhor como utilizar a tecnologia a favor do seu time de vendedores e potencializar as vendas do seu negócio? Então fale com um de nossos especialistas. Estamos à disposição para modernizar o relacionamento com seus clientes!